Breve anotação.

21 05 2006

Devido aos diversos comentários, sem sentido e com ofensas esclarecidas por parte de anónimos e pessoas com nomes fictícios,deixo aqui desde já o aviso que, a partir de hoje esses comentários não serão aceites. É triste ser obrigada a tomar uma atitude destas, mas este blog é um blog de discussão e não de ofensas. Se querem ofender façam-no pessoalmente e não através de nomes fictícios. Quanto aos comentários que sirvam para debater um determinado tema esses serão sempre bemvindos.
Saudações.

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Hoje é o dia D

17 05 2006

Chega, chega, CHEGAAAAAAAA. Estou farta. Hoje acabou tudo.
Acabaram-se as mentiras, acabaram-se as falsidades, acabaram-se as grandes amizades surgidas e acabadas do nada. Hoje é o dia D (peço desculpa pela falta de originalidade), a partir de hoje pessoas falsas jamais entrarão na minha lista de amigos, ou se é verdadeiro ou nada feito. Estou farta de sofrer por pessoas que não valem a pena. A partir de hoje tudo vai mudar, vou dar toda a minha atenção e todo o meu carino a todas as pessoas que realmente o merecem. Basta de boa-vontade, para quê? Para se aproveitarem dela? Não meus amigos chega de ser parva.
Fui





Outside

15 05 2006

And you can bring me to my knees…Again
All the times when I could beg you please….In vain
All the times when I felt insecure….For you
And I leave my burdens at the door

But I’m on the outside
I’m looking in
I can see through you
See your true colors
Cause inside you’re ugly
You’re ugly like me
I can see through you
See to the real you

All the time that I felt like this won’t end
It’s for you
And I taste what I could never have
It was from you
All the times that I’ve tried
My intentions, full of pride
But I waste more time than anyone

But I’m on the outside
I’m looking in
I can see through you
See your true colors
Cause inside you’re ugly
You’re ugly like me
I can see through you
See to the real you

All the times that I’ve cried
All this wasted, it’s all inside
And I feel, all this pain
Stuffed it down, it’s back again
And I lie, here in bed
All alone, I can’t mend
But I feel, tomorrow will be ok

But I’m on the outside
And I’m looking in
I can see through you
See your true colors
Cause inside you’re ugly
You’re ugly like me
I can see through you
See to the real you

Staind





Momentos

15 05 2006

Há momentos na nossa vida em que sentimos que já pouca coisa faz sentido. Entramos em solidão, desespero, depressão, e muitas vezes sem ninguém dar por isso. A tristeza invade-nos e não conseguimos arranjar boas recordações. Nada faz sentido, NADA. A nossa mente é invadida por uma única vontade: DESISTIR DE TUDO.
Mas será isto que realmente acontece? Não será este o caminho mais fácil quando comparado à outra solução restante: encarar a vida como um desafio que tem de ser ultrapassado passo por passo? Claro que sim, por vezes, todos nós temos tendência a seguir um caminho mais fácil. Um caminho que custe menos a percorrer, ou até um caminho que nos faça sofrer menos. No entanto, a segunda opção pode ser a mais difícil mas é a que nos leva a momentos de felicidade (mesmo que sejam muito pequenos, porque, segundo li um dia, a vida é recheada pela tristeza, nela somente encontramos pequenos momentos de alegria) momentos estes que devem ser aproveitados ao máximo, de forma a conseguirmos armazenar forças para o próximo desafio que promete ser ainda maior que o outro.





Poema à mãe

7 05 2006

Aqui está um poema do grande Eugénio de Andrade, dedicado a todas as mães, mas, principalmente à minha. Um beijo

No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe!

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
ao fundo dos teus olhos!

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos…~

Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha – queres ouvir-me? -,
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal…

Mas – tu sabes! – a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu…Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,

Não me esquecerei de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas…

Boa noite. Eu vou com as aves!