Agora é tempo de…

28 05 2008
PEDIR O IMPOSSÍVEL




E não é que…

23 05 2008

Os cavalos são sujeitos a registo???

P.S: Quem descobrir a conservatória do registo dos cavalos que me avise :p





Ironias do destino (ou desabafos de uma estudante)

9 05 2008

Isto de ser estudante de Direito pré, transição e pós Bolonha tem as suas coisas engraçadas.

Senão vejamos.

– Entramos convictos que vamos ter cinco anos de curso.
– Passados dois anos dizem-nos que afinal vamos ter quatro anos de curso.
– Passados uns meses dizem-nos que para podermos aceder à Ordem dos Advogados temos que ter pelo menos a primeira parte do mestrado (profissionalizante).
– Tempos depois afinal já há alunos com licenciatura de quatro anos a inscreverem-se na Ordem.
– Tempos depois dizem-nos que a média de 14 geralmente exigida nos mestrados não é aplicável aos mestrados profissionalizantes.
– Tempos depois afinal já pode ser aplicável.
– Tempos depois volta a não ser aplicável.
– Passado mais um tempo as sociedades de advogados só aceitam aestagiários com cinco anos de formação (isto quanto à FDL, noutras faculdades as coisas não são bem assim).
– Passados uns dias já não sabemos como vai ser a nossa vida e o que esperar do nosso futuro.

Volto a dizer VIVA BOLONHA!!! (Que ironicamente, ou não, recusou a aplicação do Processo de Bolonha. Há coisas fantásticas, não há?)





9 05 2008

Os aviões aterram e descolam.
Atingem a velocidade estonteante que lhes permite alcançar o céu.
Depois de uma pequena turbulência levantam voo e seguem viagem seguros deles próprios.
Na altura da aterragem perdem a velocidade, soltam o trem de aterragem e atingem a pista com a maior segurança.

Por vezes gostava de ter esta liberdade e esta força que me permite atingir tudo o que quero com os apoios daqueles que mais preciso.
Alguns apoios vão, outros permanecem.
Não há tempo para chorar as desilusões. A vida é demasiado curta para isso.
Se tenho vontade de chorar? Sim.
Se tenho vontade de gritar que também sou uma pessoa, que erra mas que também sabe fazer as coisas bem (e que, ironicamente, nunca são reconhecidas)? Sim.
Se gostava que confiassem tanto em mim como noutros? Gostava.

Gostava que tudo fosse diferente.
De não sentir vontade de estar longe desse lugar a que uma vez chamei casa.
Gostava de me sentir compreendida e apoiada (alguém já ouviu falar de igualdade?).
Gostava que me pegasses de novo ao colo e me erguesses no ar com um sorriso de orelha a orelha como antigamente fizeste.´
Sim gostava de sentir a força do teu abraço.
Sim gostava de te poder ligar e dizer que, afinal, nada está tão bem quanto parece.
Gostava disto tudo e muito mais.

No entanto há um ano para passar e o tempo para chorar as desilusões é pouco ou nenhum.

Resta-me continuar sozinha, sem vós que sempre foram tão importantes para mim.





1º de Maio

1 05 2008

Jornal da TVI

-De onde vem?
-Dos Açores.
-Uma viagem tão grande para virem apoiar os trabalhadores?
-Não. Sou estudante do Técnico e vim até aqui estudar e comer umas sardinhas.
(para outra rapariga que está ao lado)
– E a senhora?
– Eu também sou dos Açores e vim até aqui para ver como são as festas populares no continente.

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