21 de Outubro de 2008

22 10 2008
PARADOS NÃO FICAMOS! DEVAGAR SE VAI AO LONGE!

Obrigada a todos os que tornaram este sonho possível.






Sondagem

5 10 2008

A partir de hoje abro uma sondagem para eleger o Prémio “Perdoa-me”.

A iniciativa parte da atribuição de vários prémios no Fim-de-Semana do Caloiro, dos quais se destacam:

– Prémio “És baixo” – Carlos Silva
– Prémio “Talk show” – Tatiana Nicolau e André Couto
– Prémio “Bruno Pereira” – Gerente da Pousada
– Prémio “A pousada tem infiltrações” – Bernardo Reis e Pedro Costa
– Prémio “Revelação” – Nuno Poças





Ensino Superior

2 10 2008

Acabo de sair de uma RGA, a qual tinha quatro pontos e durou apenas meia hora. Quórum, a direcção da Associação, a Tertúlia e, no máximo mais quinze pessoas. Confesso que nunca assisti a nada do género e esta situação me deixa bastante desiludida com os estudantes do actual ensino superior.
É impressionante ver a facilidade com que as pessoas aderem a festas e aos vários tipos de eventos culturais mas quando são chamadas a intervir pela sua Academia arranjam sempre qualquer coisa mais importante para fazer (no caso de hoje um jogo de futebol). Cada vez mais o típico estudante universitário só se preocupa quando é afectado ou vê “os calos apertados”.
Contudo, para a crítica fácil e sem soluções já sabem estar presentes. Falam, criticam sem conhecer e quando lhes perguntamos se estiveram presentes nas RGA’s em que determinados assuntos foram discutidos dizem sempre porque não puderam porque isto ou aquilo.
Longe vai o tempo em que todos os estudantes se preocupavam com a sua Academia. Actualmente há os “míticos 15” que sabem tudo o que se passa e que têm a obrigação de defender os estudantes. Então e os estudantes não têm a obrigação de se manter informados sobre o que se passa na sua Academia? Serei só eu que acho que ser estudante da FDL não é entrar, ir para as aulas e sair? Que muitas vezes é entrar na FDL às 08.30 da manhã e sair às tantas da noite sem ser para ir para festas. Que é manter-se informado, ir às RGA’s. intervir e sugerir. Que é ir à luta sem ter medo de represálias dos professores e assistentes? Que é ajudar no desenvolvimento da sua Academia? Que é deixar de pensar em si e começar a pensar na Faculdade como uma globalidade?
Todas estas atitudes me levam a pensar que se no meio académico estes estudantes agem assim, o que farão na vida pós-universitária? Dedicar-se-ão apenas ao percurso casa-trabalho-trabalho-casa e zapping?

É tempo de mudar de atitude. Tempos difíceis se avizinham e torna-se imperativo que todos estejam informados e intervenham com convicções e sentido de comunidade e altruísmo!

É tempo de mudar e começar a despertar para o mundo que nos rodeia.