Hoje

28 04 2009

Nasceu a IMPULSABER :d

Agora é tempo de trabalho!





35 anos de Liberdade

25 04 2009




Portugal a Preto e Branco

24 04 2009

Vale a pena ver.

Eu sei o que não quero!





Como as coisas mudam…

17 04 2009




Sugestão de Francisco George

13 04 2009

Hoje, Francisco George sugeriu que fossem abertas cantinas escolares durante o período de férias dos alunos de forma a suprir carências alimentares de algumas crianças que por motivos vários se vêm na situação de não ter uma alimentação equilibrada.

Sugiro que esta seja uma proposta que se alargue aos Serviços de Acção Social das Universidades Portuguesas para que estudantes universitários deslocados que, por carências económicas não podem ir às suas terras durante as férias, ficando assim obrigados a gastar mais dinheiro do que gastariam se algumas cantinas estivessem abertas.

Ao início, esta poderá parecer uma medida sem sentido no entanto, olhando de perto para a situação de muitos estudantes do ensino superior que passam fome para pagar o seu curso e que por vezes, a única refeição que tomam no dia é numa cantina universitária (devido ao preço das senhas de alimentação), o caso poderá mudar de figura.

Da mesma forma, sugiro a abertura de algumas cantinas durante todo o fim-de-semana (e não apenas ao sábado como acontece na maioria dos casos). O argumento é precisamente o mesmo e de certeza que, se muitos funcionários não estão dispostos a trabalhar durante as férias ou durante todo o fim de semana, muitos destes estudantes agradecerão a oportunidade de poder ganhar uma retribuição monetária pela prestação de serviços nestes dias.

(post também publicado em http://geracaodeluta.blogspot.com)





Carta do CRUP

13 04 2009

Hoje o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), escreveu ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior alertando para a falta de verbas para o pagamento de salários aos docentes. O aviso já não é novo. Relembro as contestações contra o financiamento do Ensino Superior feitas pelos estudantes e também por alguns docentes. O ministro Mariano Gago respondeu, também sem qualquer novidades, que até existiu um aumento de verbas para as Universidades. O que o Sr. Ministro se esqueceu de referir foi que realmente existiu um aumento mas para as Universidades que acederam em tornar-se fundações públicas de Direito Privado (conceito ainda indeterminado), são exemplo os casos do ISCTE e da Universidade de Évora, entre outras. Quanto às Universidades que rejeitaram aceder a tal “ideia brilhante” o aumento foi escasso ou em alguns casos mesmo nulo e são essas universidades que se vieram queixar porque, nalguns casos, a situação financeira é realmente complicada. É certo que poderá ter existido má gestão em determinadas universidades, no entanto, não podemos generalizar.

Outra coisa que o Sr. Ministro se esqueceu de referir foi o facto do aumento registado ter sido face ao aumento da inflação, portanto, em valores reais, o aumento é nulo.

Tal como disse, não é a primeira vez que este assunto está “na ordem do dia”, no entanto, nunca é demais relembrar o Sr. Ministro destas “pequenas incongruências”.

Pode ser que um dia, quem sabe, nos possa esclarecer.





Associação Nacional de Farmácias

8 04 2009

anf

Nos últimos dias tem estado muito em voga a polémica campanha lançada pela Associação Nacional de Farmácias (ANF) relativamente aos genéricos. A campanha incentiva ao uso dos genéricos mesmo contra indicação dos médicos. O Ministério da Saúde veio ontem dizer que não comparticiparia medicamentos genéricos adquiridos sem a prévia autorização dos médicos em virtude de tal acto constituir uma ilegalidade.

Na minha opinião, a Ministra da Saúde não poderia ter tomado outra posição tendo em conta que esta é, ao contrário do que a própria ANF sustenta uma tentativa de sobreposição e um claro desrespeito pelos médicos. Que a ANF queira alertar para o facto de muitos médicos não optarem por genéricos por em detrimento de medicamentos mais caros cujo efeito é o mesmo, é uma coisa. Agora a ANF não pode sair numa campanha totalmente contra os médicos e contra o que eles prescrevem aos seus doentes. Seria a mesma coisa que um advogado ir contra a lei e argumentar que o fez em benefício do seu cliente. Existem leis e normas regulamentares e as mesmas devem ser respeitadas.

A atitude que a ANF está a tomar apenas vai contribuir para criar uma instabilidade desnecessária no sector. A proposta de alteração legislativa avançada deveria ter sido o primeiro passo ao invés do lançamento de uma campanha contra os médicos e mesmo contra os utentes pois, caso um dos genéricos tenha um efeito secundário negativo num utente quem se responsabilizará? O médico que não o prescreveu? O farmacêutico que o vendeu? Parece-me que será o mesmo utente que adquiriu o medicamento em consequência de uma campanha que se aproveita da actual crise económica e dos momentos de dificuldade financeira que muitos portugueses atravessam.

E aí? A ANF também sairá em defesa do utente? Ou terá medo de arcar com as culpas que sabe que tem?