Ele já há muito tempo que andava sossegado

11 05 2010

Ontem, à margem de uma conferência, Alberto João Jardim defendeu o fim de entidades como a ERSE e de instituições como o Tribunal Constitucional como medida para diminuir o défice orçamental.

Vindo de quem vem, a surpresa já não deveria ser muita. No entanto, esta proposta nada mais revela que o total desrespeito pela democracia por parte do Presidente do Governo Regional da Madeira. Para quem está habituado a governar como quer, a controlar jornais, a impedir celebrações do dia da Liberdade e outras coisas do género, o fim do TC nada mais é que o fim de um possível incómodo a medidas relevantes da asfixia democrática que Alberto João Jardim tanto se orgulha de praticar.

Curioso agora, seria ouvir a opinião de Manuela Ferreira Leite que há tempos elegeu o modelo de governação da Madeira como o ideal.

Texto disponível também aqui.

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